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Corretor

Marketing para corretor:
o que dá para fazer sozinho

Corretor não precisa de agência para tudo. Precisa saber qual parte só ele consegue fazer, qual parte trava a operação inteira e em que ponto insistir sozinho sai mais caro.

Gabriel Mors
Gabriel Mors Fundador da MORS · Arquiteto de marcas que dominam o mercado 14 de outubro de 20269 min de leitura
Sala de estar de imóvel decorado pronta para visita
O corretor tem o acesso e o repertório. O que costuma faltar é constância.

Existe um conselho que todo corretor já ouviu e que não ajuda ninguém: poste mais.

Postar mais sem decidir o que você quer ser conhecido por fazer só acelera a chegada ao mesmo lugar onde já está. O problema raramente é volume. É que o conteúdo não constrói nada que o cliente lembre depois.

Antes de contratar alguém, vale separar o trabalho em duas pilhas: o que só você consegue fazer e o que você está fazendo mal porque não é a sua função.

O que só o corretor consegue fazer

Nenhuma agência do mundo substitui estas três coisas, e é justamente nelas que está a sua vantagem.

Agência nenhuma tem o seu repertório de bairro. E nenhum repertório de bairro se transforma em cliente sozinho, sem aparecer com constância.

O que não dá para improvisar

A outra pilha é onde o corretor costuma perder tempo e dinheiro tentando resolver no improviso.

Imagem do imóvel

Foto de celular contra a luz e vídeo tremido não são economia, são desconto antecipado. O cliente que vê um imóvel mal apresentado conclui que ele vale menos, e a conversa de preço já começa perdida. Escrevemos sobre o que separa foto que vende de foto que só registra.

Tráfego pago

Impulsionar post é diferente de rodar campanha. O impulsionamento compra alcance de quem já te segue ou de quem o algoritmo acha parecido. Campanha de verdade escolhe público, testa anúncio e manda para um destino preparado. Sem isso, o que chega é curioso.

Atendimento do lead

Essa é a parte que mais dói, porque não aparece. Lead que chega às dez da noite e é respondido no dia seguinte já falou com outro corretor. Não é falta de esforço, é falta de rotina definida.

A conta que ninguém faz

Antes de decidir fazer tudo sozinho, some as horas. Roteirizar, gravar, editar, legendar, publicar e responder comentário de um único vídeo consome boa parte de uma tarde. Repita três vezes por semana e você acabou de transformar um dia inteiro de venda em produção de conteúdo.

Essa hora tem preço: é o tempo que você não passou em visita, em captação ou ao telefone com quem estava pronto para comprar. Corretor que fatura por comissão paga caro por hora mal alocada.

Por onde começar com pouco

Se o orçamento é curto, a ordem importa mais que a quantidade.

Quando contratar passa a valer a pena

Existe um ponto de virada: quando o gargalo deixa de ser falta de cliente e passa a ser falta de tempo. Se você já tem demanda e está perdendo negócio porque não consegue produzir e atender ao mesmo tempo, contratar deixa de ser gasto e vira recuperação de receita.

A assessoria de marketing da MORS assume a parte que tira o seu tempo: produção de imagem e vídeo, campanha, conteúdo e organização do atendimento no CRM. O que fica com você é o que sempre foi seu, que é aparecer, conhecer o produto e fechar.

Os formatos que mais rendem para corretor

Não é preciso inventar formato novo. Quatro tipos de conteúdo sustentam a presença de um corretor, e todos saem de coisas que você já faz no dia.

Copiar quem está em outro mercado não funciona

O corretor que faz sucesso num mercado de alto padrão de outra cidade opera com ticket, concorrência e perfil de comprador diferentes dos seus. Copiar o formato dele sem o contexto dele costuma produzir conteúdo que parece profissional e não converte nada.

O que dá para copiar é a disciplina: frequência definida, assunto definido e cara no vídeo. O resto precisa sair do seu produto e da sua praça.

Teste rápido. Pegue os últimos cinco negócios que você perdeu. Se a maioria caiu por demora de resposta ou por material ruim do imóvel, o problema não é alcance e anunciar mais não resolve. Se caiu por falta de gente procurando, aí sim o gargalo é de demanda.
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